sábado, 26 de fevereiro de 2011

Porto solidão


Olhando fixo o azul do céu,
Coração latente em dor,
Imensurável amor

Uma lágrima covarde e fria
denuncia minha saudade

Hoje sim, és Principe Azul
Mergulhado no céu infindo
A espera de tua metade

Vida cresce dentro de mim,
Parte tua aqui ficou
Ah, insuportável dor

Em meu porto solidão
lágrimas à deriva, olhar ao alto
teu nome ao vento,
eu, sem resposta...





Anna Carvalho





1 comentários:

José Manuel Brazão disse...

Um poema lindo e emocionante a sua leitura!

Beijão do ZÉ

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