terça-feira, 22 de março de 2011

Noite fria




Na penumbra duma noite sem luar,
Onde as lágrimas me fazem companhia
Imagino o abraço amoroso, meu abrigo
Que sei onde vive, e tanto preciso!

O frio da noite me invade o corpo,
As lágrimas não cessam, como sofro!
Chamo teu nome, não tenho resposta...
Quão grande distância que tanto sufoca

Sofro calada na solidão amargurada
Sonho teus beijos, triste madrugada...
Adormeço os olhos no vazio dentro do peito
Seco o pranto e agonizo no silêncio!


Anna Carvalho



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